Monalisa era vizinha de frente da casa da família do pintor Leonardo da Vinci, na cidade italiana de Florença. A descoberta foi anunciada pelo professor Giuseppe Pallanti, autor de um livro sobre a obra, publicado no ano passado.
Segundo ele, Monalisa era casada com Francesco del Giocondo, um rico comerciante florentino, e por isso também ficou conhecida como “Gioconda”, o que reforça a tese de que a musa inspiradora de Da Vinci teria mesmo existido. Pallanti acredita que a mulher de olhar enigmático estaria enterrada no convento de Santa Úrsula, no centro da cidade italiana. Ela teria nascido em 1479 e morrido no dia 15 de julho de 1542.
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Mona Lisa era vizinha de Da Vinci, diz estudioso italiano
Na última década, influenciada pelo impacto das guerras
na ex-Iugoslávia, a artista plástica sérvia Marina Abramovic produziu uma série
de sete vídeos sob o título “Balkan Erotic Epic”, em que utiliza referências de
antigas práticas eróticas e a filosofia tantra para justificar o apelo de suas
obras. São rituais que mostram mulheres expondo as genitálias para espantar a
chuva, ou homens de pênis eretos simbolizando o orgulho da nação. “Nossa cultura
considera apenas um tipo de erotismo, ligado à pornografia e à banalidade.
Deveríamos voltar ao passado e redescobrir o poder do erotismo e dos nossos
órgãos sexuais. A energia sexual é a única que temos, não há nada além”, disse.
A
epopéia de Eros
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ)
realiza, até o dia 21 deste mês, a exposição fotográfica World Press Photo. A
mostra, que já passou por São Paulo no ano passado e rodou 85 cidades no mundo,
traz imagens do fotojornalismo de 2005, premiadas por um júri internacional. O
interesse da mostra está justamente em repensar a relação entre arte e registro
de fatos. Um dos destaques é o sul-africano Pieter Hugo, que participou da 27ª
Bienal de Arte de SP.
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